Um olhar mais imparcial possível sobre o mundo e sobre mim e minha participação para melhorar aquilo que me cerca.
quarta-feira, maio 25, 2011
Lenda: "De carater fantástico e/ou fictício, as lendas combinam fatos reais com irreais que são meramente produto de imaginação aventuresca" (wikipédia)
quarta-feira, abril 13, 2011
O grande negócio não é ter uma igreja e sim...
sábado, abril 02, 2011
Se você está cansado de carrancas leia este artigo de um grande amigo meu.
Perguntaram a um professor de teologia na Alemanha: “Jesus alguma vez sorriu?”, e ele respondeu: “Se ele sorriu não sei, mas sei que mudou a minha vida e, hoje, eu posso sorrir” .
Imagine a vida sem o barulho irresponsavelmente maravilhoso de uma gargalhada. Imagine o desenrolar humano sem a magia de uma tarde onde a gente ri de qualquer coisa. Sem a correria tresloucada das crianças, invadindo o “espaço sagrado” da sala onde os adultos conversam as mesmas chatices de sempre.
Ainda bem que podemos sorrir. Não somos escravos de uma existência cinza. Quem não gosta de uma história engraçada? Que atire a primeira pedra quem nunca tirou um sarro de alguém. Você já riu de si mesmo após uma queda? Já rolou de rir? Por que será que o cristianismo alimenta uma espiritualidade sisuda?
Fazer teologia também pode ser sinônimo de algo prazeroso. Não preciso trancar meu coração para falar do Deus que me ama. Não preciso fechar as janelas da alma para que a luz que há em mim fique aprisionada. Não posso ver a teologia como carcereira de uma intelectualidade doída. É libertador encontrar alegria no ato mágico de pensar.
A própria imagem que se tem do teólogo sugere um indivíduo estranho: barbudo, velho, sisudo, óculos espessos e, ao falar, uma irritante mania de dificultar o entendimento com palavras estranhas, chatas e cansativas. Não é assim que se define um teólogo? Existe alguma imagem da alegria numa reunião teológica? Onde está o humor no exercício teológico?
Com esse artigo, quero provocar sorrisos. Que você leia sem expectativas extremas, apenas como quem lê uma história engraçada ao lado de uma criança. Já fez isso? Esse artigo não é um tratado teológico (Deus me livre!), é uma travessura de um coração inquieto. Não quero meu nome como sinônimo de cansaço, mas como símbolo de sorrisos. Como disse um pastor amigo (e engraçado): “Eu sei que não sou imortal, mas faço o possível para ser inesquecível” . Uma das melhores maneiras para ser inesquecível é gerar a alegria genuína em cada encontro.
De antemão, agradeço sua paciência e generosidade. Não deve ser fácil olhar para o universo da teologia – que tanto andou de mãos dadas com a rigidez – e propor o baile alucinante da alegria, mas (eu amo o “mas”) é magistral ter a opção de mudar. Se você me oferecer a chance de tentar, posso mostrar-lhe um outro caminho...
Como disse Northcote Deck: “Um cristão sem alegria é um difamador de seu Senhor”.
Sorria!
Teologia não é só para os “cara fechada”
Conta-se que um teólogo perdeu-se na selva africana. De repente, um grupo de canibais o aprisiona. O chefe da tribo, preparando-se para o “almoço” diz: “Finalmente, vou provar essa famosa sopa de abobrinhas!”
Se você é teólogo, por favor, não fique com raiva de mim. Aliás, lembre do perdão! O legal de conversar com teólogos é que dá para apelar para as Escrituras! Comecei esse capítulo com a anedota acima, pois ela traduz muito bem o que se pensa sobre o discurso teológico sem alma. Aquele amordaçado pelas palavras vazias. Aquele que os mais simples costumam atacar: “a letra mata!”. Mata mesmo, de tédio.
Não há nada mais chato do que ficar ao lado daqueles indivíduos que passam o tempo todo falando de si mesmos, suas conquistas acadêmicas, seus títulos, suas “descobertas”. Gabriel Perissé chama esse tipo de “PhDeus”, como o professor que falava, falava, referindo-se às conferências que ministrara, aos artigos que publicara, às premiações que recebera, às inúmeras viagens que fizera... Depois de meia hora monologando, suspirou, e disse ao amigo:
- Mas vamos falar agora um pouco de você, meu caro... O que achou do meu último livro?
A tribo dos “cara fechada”
Fui criado numa igreja de caras fechadas! Tudo era pecado! Tudo era aterrorizante. Lembro de, ainda criança, perceber a ausência de sorrisos. Era estranho ouvir falar de um Deus da alegria, mas observar a fúria que habitava os discursos e a tristeza que morava nos olhos. Alguém disse que “virtude sem alegria é contradição”. Aquela era uma igreja bastante contraditória.
A tribo dos sem-sorriso ainda é grande. É a espiritualidade azeda. Uma espécie de teologia do rancor. Quanto mais pálido, mais santo. Quanto mais enjoado, mais poderoso. Quanto mais rude, mais crente. Esse “mais” é sempre menos. A maior alegria de um “cara fechada” é matar a alegria dos outros. Essa é a espiritualidade da guerra, onde o que interessa é amontoar destroços. Onde está a alma nisso?
Uma radiografia
Essa tribo possui algumas características sui generis:
Nunca brincam com os filhos: gente “santa” demais para brincar. Não perdem tempo com a família. Não sabem do que seus filhos gostam, a cor preferida deles, o que fazem aos sábados. São pais ausentes, a igreja consome todo seu tempo e energia. São mães oprimidas, que vivem numa tensão absurda entre os dogmas pesados de suas tradições e a leveza criança de seus filhos. Uma família sem alma.
Reclamam de tudo: Existe algo pior do que um indivíduo que reclama o dia todo? Quando está sol, é um suplício. Quando está frio, só a graça! Quando chove, é perseguição divina. Quando não chove, é maldição! Essa tribo não tem o dom da gratidão, pois é escrava da frustração. Reclama porque não encontra sentido para ser e viver, sua dor é não conferir significado à sua angustiante existência.
Sofrem da síndrome do imã: Tudo gruda neles! Maldição pega. Olho gordo pega! Macumba pega! Por isso, vivem de campanha em campanha. Vigília em vigília. Fazem votos, bebem água ungida, tomam banho de óleo da unção. Andam no corredor do sal grosso. Só falta colocar um galho de arruda atrás da orelha. São imãs existenciais de coisas ruins. E para piorar: eles acreditam piamente que isso é contagiante!
São profetas do caos: Só profetizam tragédias. Basta um olhar e pronto! Lá vem desgraça! Dependendo dos trejeitos, caras e bocas, a coisa é bem ruim. Se você tiver em casa alguma boneca de sua filha, ou boneco de herói do seu menino, vai ser a ilustração perfeita para a mensagem subliminar (música de suspense). Eles nunca profetizam bênçãos, pois partem de um raciocínio: você não está santo, portanto, sem chance, não há bênção para você!
Vivem em guerra com a beleza: Não suportam pessoas bonitas. Os “santos” de caras fechadas só usam roupas “simples” (leia-se “horríveis”), alguns chegam a usar, numa única noite, todas as cores que possuem em seu famigerado “depósito” de roupas. É a síndrome da caixa de lápis de cor existencial. Eles não conseguem perceber Deus no belo, apenas encaram qualquer tipo de beleza como “o começo do terrível”, portanto, um monstrinho que deve ser destruído!
Detestam a palavra sexo: A simples menção da palavra já é suficiente para causar calafrios e deixar seus rostos avermelhados (de raiva e vergonha). Mesmo inconscientemente, jogam toda a “culpa” do sexo em Adão e Eva safadinhos no Éden. Para eles, sexo é somente para a procriação (de preferência com todas as luzes apagadas e nenhum gemido!). Fogem do prazer como Elias de Jezabel (para ficar bíblico), não suportam o fato de que Deus criou o sexo, aliás, tentam todos os malabarismos “teológicos” para abafar essa gostosa verdade!
Teresa de Ávila orou: “Das devoções tolas e dos santos de cara fechada, ó Senhor, livra-nos” . Tenho feito essa oração ultimamente. Não precisamos alimentar essa teologia azeda, essa espiritualidade da feiura, esse evangelicalismo retorcido. O que nos torna evangelho é o que é bom e novo, “boas novas!”
Eu quero uma teologia que sorri!
Vícios de uma religiosidade da fúria
No âmbito do cristianismo, para não assumirmos que temos vícios, utilizamos uma gama gigantesca de eufemismos: manias, herança do tempo de pecado, “velho homem”, “Adão que insiste em não sossegar”, “espinho na carne”, e por aí vai... O problema é que sim, temos vícios! E não são poucos. Quanto mais legalista um “cara fechada” for, mais vício ele terá. É uma lógica quase inquebrável.
Vamos observar alguns dos vícios dessa religiosidade da raiva:
O vício da investigação: Esses investigadores divinos sabem tudo da vida alheia. Conhecem todos os “podres” de todo mundo, menos os deles! São especialistas em detectar deslizes. Se você tiver próximo de um erro, meu caro, eles já sabem! É o dom de re-velar (já que eles vão matar mesmo...). Essa espiritualidade à lá Sherlock Holmes, é responsável pela irritabilidade que muitos possuem quando o assunto é igreja. São especialistas na vida alheia, 007 da espiritualidade do oculto (hoje, antenada, transforma-se em “orkulto”, a “revelação” que usa o Orkut).
O vício da miséria: É a síndrome do coitadinho! Uma falsa humildade que chega a beirar o absurdo. Alguns chegam ao cúmulo de descuidar da higiene pessoal (aí não há demônio que resista mesmo). Certa vez ouvi uma senhora orando: “Senhor, eu sou pior que o verme que se arrasta pelo chão, eu sou pior que os piores”. Fiquei pensando: e a transformação? E a mudança de vida? E a vida abundante (Jo. 10.10)? Eu posso até ter sido horrível, mas Cristo mudou minha vida, de modo que agora sou nova criatura (II Co. 5.17), filho amado do Pai. Essa espiritualidade mendiga é, no mínimo, esquisita. Sinto muito, mas não tenho vocação para ser indigente da teologia.
O vício do extremismo: Esse tipo de gente é altamente extremista. Não suporta o fato bíblico de que precisamos ser pastoreados. Eles sentem-se donos absolutos de sua conduta. Não respeitam ninguém, pois, segundo suas convicções ninguém está acima deles. São tão santos que não precisam de rédeas. Seu extremismo flui para outras áreas: denominacionalismo ferrenho, teologias de alfaiate e cabeleireiro, rodas de capoeira eclesiástica (mais conhecidas como “vigílias de poder”), jejuns que beiram o suicídio (a tentativa de “quebrar o recorde” de Jesus, o objetivo é ficar uns quarenta e dois dias em jejum). Essa é a anorexia da espiritualidade. Quanto mais pálido, mais santo. Quanto mais amarelinho, mais angelical!
São tantos vícios que vicia só em escrever! Essa teologia do vício é fruto de uma espiritualidade drogada. Uma sensação de que só o pico me confere significado. Leonardo Boff escreveu que “o problema da droga, não é a viagem, mas o retorno, quando não se suporta mais a realidade, e precisa viajar novamente” . Esse evangelicalismo furioso (espiritualidade Al Qaeda) gera indivíduos cada vez mais perturbados, infelizes e chatos. Vou tomar um café (será que é vício?)
Eu quero uma teologia que sorri. Uma teologia que não precise fazer caras e bocas, mas somente deleitar-se na reflexão que encontra a graça – e sorri. Quero apontar para uma intelectualidade da leveza, do abraço, do afeto. Uma cara de criança esperta que contagia e conquista, um convite para o encontro com o belo, o perfeito o santo.
Chega dessa teologia amarga. Nem sabor de mel, nem de fel, mas sim o abençoado caminhar do equilíbrio. Sorria!
Alan Brizotti
Escritor, pesquisador das áreas de Espiritualidade e Filosofia. Articulista em diversos sites e periódicos teológicos. Atualmente reside em Goiânia – GO.
quarta-feira, março 09, 2011
O prazer crente de ver o mal como uma opção boa... E você está nessa???
sábado, março 05, 2011
Vamos fazer amor hoje?
domingo, fevereiro 27, 2011
A incrível arte de olhar para fora do problema

sexta-feira, fevereiro 18, 2011
Ainda longe mas não distante
Continuo sumido deste meu blog porque estou escrevendo em outro blog.
Visite lá e siga, comente e concorra a surpresas.
Até breve, enquanto o breve for nosso futuro
www.abertoaodialogo.blogspot.com
quinta-feira, janeiro 06, 2011
Estou transitando em outro local amigos(as)
sábado, novembro 20, 2010
Novidades
Estou escrevendo em novo blog mas este ficará ainda ativo por´me com menos postagem por enquanto.
Tenho pouco tempo e tento fazer dele melhor que posso.
Visitem o www.abertoaodialogo.blogspot.com
Este blog terá também pitadas e pitacos de minha evolução e, como sabem, não posso evoluir sozinho. Preciso de vocês.
Até breve, enquanto o breve for nosso futuro...
quinta-feira, novembro 11, 2010
CULTO RACIONAL (ROMANOS 12:1)

Hoje quero apenas dar luz a um bom assunto que permeia muitas mentes cristãs ao redor do mundo. O texto de Romanos 12:1 é para mim fascinante e hoje a aula que tive na faculdade (http://www.ftsa.edu.br/) me expandiu um pouco mais sobre este tema. Claro que não pretendo dar o "gran finalle", pois não gosto de ser dono da verdade e nem é o propósito deste blog, mas quero me arriscar a dar luz sobre o mesmo para exercitar os nossos cérebros e o nosso gosto pela Palavra. RAZÃO = MATURIDADE.
Antes de falar sobre maturidade pensemos sobre a definição de imaturidade: " _ a imaturidade nos distancia da realidade."
Voltemos a RAZÃO = MATURIDADE sob a definição de imaturidade."A maturidade nos reconcilia com a realidade."Logo, posso pensar que culto racional/maduro precisa ser experimentado/vivido com a realidade ao nosso redor, seja ela qual for (rica, pobre, inter racial, tradicional, ou qualquer outra) e este mesmo culto precisa reconciliar está realidade com o contexto transcendente. Incrivel porque fica claro para mim que meu culto racional está bem distante daquele que faço na igreja aos domingos ou qualquer outro dia da semana.
E pra você?
Fico esperando sua resposta para aprendermos juntos.
Até breve, enquanto o breve for nosso futuro...
terça-feira, outubro 26, 2010
Estamos pirateando o evangelho?
Isto chamou á atenção de alguns alunos que junto ao professor decidiram marcar uma data para falar sobre o assunto e outra coisa me fisgou:
_ A pergunta crua, simples e pontual- o evangelho que vivo e prego não tem sido pirata?
Pirata é o homem ou mulher que, segundo a historia, navega os mares para roubar navios e sua tripulação, mas no popular pirata é algo que veio do original, mas não é original e também chamado comumente de genérico.
O evangelho parece que em sido tratado com pirata, barato, popular (no sentindo de sem qualidade).
Tenho observado isto neste ano eleitoral onde “lideranças” evangélicas tem se posicionado em relação ao pleito e cada um a sua maneira, mas todos em nome do seu divino e usando a Bíblia que se torna a segurança de suas palavras como se fossem os profetas do antigo testamento que antes de falarem ao povo diziam: Assim diz o Senhor Jeová... Entre outras maneiras.
Acontece que tais lideres usam a Bíblia não para dar a palavra mais segura, mas me parece que suas palavras já caíram na vala comum á algum tempo.
Observo também nos tele-evangelistas que para provar que a prosperidade realmente existe sugam até o final cada um de seus membros e caso não chegue esta alegria da finança sem fim é por que membro não possui a fé que “move montanhas” num misto de paralisia mental e recriação de uma nova humanidade que se impede a usar o cérebro e isto não é só com os mais simples, sem cultura ou pobres, recentemente li no blog WWW.coisado.com o testemunho de um médico que queria deixar tudo para viver a prosperidade pregada á cada esquina dos locais que tenho vivido.
Um evangelho pirata que afasta o crente da necessidade de parecer com Cristo a cada dia já que Cristo não poderia ser visto na maioria das igrejas.
Entendo que ,assim como o filme, pirata pode financiar mazelas pelo evangelho pirata cria pessoas ruins que vive um mundo do tamanho de seus umbigos, de suas caixas de crendices exotéricas e místicas sem caráter cristão que ao contrario de Cristo se preocupa com o todo e tudo um evangelho que religa o todo ao divino e todos por todos.
Quero muito deixar de olha para isto e quando estou conseguindo alguém compra um avião para viver sua realidade religiosa e no contra-sensos seus liderados passam fome para poder suster sua luxuria e isto faz renascer a minha vocação profética de denuncia e renuncia.
Bom, preciso deixar que o nome do blog preste seu serviço e te convido a dialogar sobre o assunto.
Até breve, enquanto o breve for nosso futuro...
sexta-feira, outubro 01, 2010
Acreditar, meu combustível para viver.
domingo, setembro 26, 2010
A esperança que um dia aprenderemos.
terça-feira, setembro 14, 2010
Um mundo messianico em mãos estranhas.
Leonardo Boff em seu twitter cutuca está postura messianica da políltica irresponsável de parte dos cadidatos questionando tais respostas vagas a problemas tão reais.
Gosto de pensar em parte com Pr Pirajibe que está sendo escrachado na internet por ter exposto seus pensamentos, mas também acho bacana a igreja Batista dar sua opinião.
O que me assusta é ver a inversão de valores. Quem tem a mensagem messiânica de Cristo é sua Igreja, evidente que ela se pontua em todos os setores, inclusive na política, mas parece que inversão se dá no fato de "bocas" extranhas falarem desta mensagem.
Se pensarmos que Deus pode usar até uma jumenta corremos o risco de nivelarmos tudo e todos por um tipo "INMETRO" de animais por assim dizer.
Ao que me parece estamos vivendo um messianismo vulgarizado, onde qualquer um pode se dizer Cristo, enviado e até mesmo ungido.
Bom talvez isto explique por que tantos pastores são candidatos hoje, mas isto podemos pensar em um outro momento.
Estamos vivendo dias impares no contexto político nacional. A comunidade evangélica tem a chance de entender, ou ao menos se situar em relação ao futuro.
Os cristãos podem ter a chance de retomar o privilégio de ser mensageiros da verdade e da paz.
A mensagem precisa ser messiânica por apresentar sustentábilidade e não soluções para tudo, já que parece não haver solução imediata para tudo.
Parabéns ao Pr Pirajibe, a igreja batista, aos fóruns cristãos, seminários teológicos e algumas igrejas, todos com muita coragem e desejo de mudança se posicionaram e decidiram não mais viver como crentes "avestruzes"tendo suas cabeças enfiadas embaixo da terra.
Se você puder, levante sua cabeça, leia as propostas de cada candidato, converse com pessoas, mas por favor vote com uma consciência de mudança, sustentabilidade, paz e certeza que não está entreagando a nação nas mãos de falsos profetas.
Seja você um verdadeiro(a) profeta nas urnas.
A vida do coletivo precisa ser sua referência nas urnas.
Até breve, enquanto o breve for nosso futuro.
Paz, graça e tolerância sempre.
Fabio Chalela
quinta-feira, setembro 09, 2010
O que pensar sobre Política, Religião e Futebol?
Jovens com atitudes, não pretendo fazer juízo de valor em relação as atitudes destes jovens, que decidiram reeditar a história de suas vidas sem necessariamente viver a continuidade da vida de seus pais.
Nasce então a frase: Sexo, drogas e rock and rol.
Neste ponto quero fazer 3 analogias:
1- Sexo sendo a política: _ pessoas que se flertam, fazem promessas, juras eternas e depois do coito já não se sentem tão ligadas assim e pagam pelo coito pelos próximos meses, e se tratando de política, pagam por 4 anos podendo ter a chance de reeleição. Mas o lado mais fraco é quem paga por este coito sem compromisso.
2- Religião sendo drogas: _ Não estou discutindo o fato de haver drogas nocivas e as que tem uso medicinal. Fato é que traficantes religiosos em cada esquina que oferecem pequenas porções de religiosidade até que a pessoa fique totalmente dependente do religioso (pessoa e não ideal).
Tem drogas nas esquinas, nos grandes centros, na área rural, e se você decidir não se entorpecer e ficar em casa indico que não ligue a TV ou seu Radio.
3- Neste contexto parece que o futebol é o único que escapa.
Ele é puro Rock and Rol, festa, diversão e torcida.
Caros leitores(as), gostaria que me ajudassem a vislumbrar mudanças na forma de se fazer política e ser cristão.
Sabemos festar, mas não pensamos muito no presente para construir um futuro melhor.
Jesus repreendeu e chamou de louco quem só vive o "agora" sem pensar que os dias passarão e as bases desses dias precisam ser construídas hoje para que estes dias sejam vistos como bons olhos e com uma realidade mística mais palpável.
Pensemos todos(as).
Até breve, enquanto o breve for nosso futuro.
Paz, saúde e tolerância sempre
segunda-feira, setembro 06, 2010
Confesso: Eu flertei outra mulher.

quarta-feira, agosto 25, 2010
Por favor se for ler leia em voz baixa tá (by Bada)

Repleplé pode causar impotência sexual
Cada dia ficam mais raras reuniões silenciosas ou comedidas nas igrejas evangélicas. Os cultos "barulhentos" são a onda dos últimos tempos, pois muitos acreditam que quanto maior o volume, mais fogo, mais unção e poder. Entretanto, pesquisas realizadas nos EUA demonstram que quanto maior o nível de decibéis que o ser humano é exposto, maior a probabilidade de contrair enfermidades físicas e psicológicas, como o estresse e até mesmo a impotência sexual. Confira um artigo sobre o assunto.No início da semana passada o blog [Púlpito Cristão] preparou uma enquete com a pergunta: "Na sua opinião, quem grita mais?", e entre as opções estavam Marco Feliciano, pastor Silas Malafaia, Gilmar Santos e, na quarta opção (para ver se conseguia quebrar o galho deles), o fã clube da dupla Zezé di Camargo e Luciano. A enquete terminou hoje com o seguinte resultado:Em primeiríssimo lugar com o troféu "gogó de ouro" ficou o pastor Marco Feliciano, com 36% dos votos. No segundo aconteceu algo incrível: houve um empate! Silas Malafaia e o fã clube do Zezé e Luciano empataram com 27% dos votos. Em último lugar apareceu Gilvan Rodrigues, com 9% dos votos (talvez devido à falta de popularidade, sei lá...).Agora vamos falar sério um poquinho. Eu até posso entender que a postura vocal de um pregador está muito relacionada ao caráter daquele pregador. Algumas pessoas tem um comportamento natural, espontâneo, sanguíneo, e esse comportamento certamente vai refletir em uma forma de pregar mais dinâmica, extrovertida. Outros são melancólicos ou fleumáticos e por causa disso possuem um estilo vocal mais parcimonioso. Mas gente, venhamos e convenhamos: Essa galera grita demais!EFEITOS FÍSICOS E PSICOLÓGICOS DA POLUIÇÃO SONORAUma pesquisa nos EUA mostrou que jovens expostos a um ruído médio inferior a 71 decibéis, entremeados com pulsos de 85 decibéis só a 3% do tempo, tiveram aumentos médios de 25% no colesterol e 68% numa das substâncias provocadoras de estresse: o cortisol. Mas já a partir de 55 decibéis acústicos a poluição sonora provoca estresse, segundo a Organização Mundial de Saúde. Pelo nível de ruído das nossas igrejas, podemos entender porque o estresse tem se tornado tão comum no meio evangélico, surgindo ou agravando arterioscleroses, problemas de coração e de doenças. Fernando Pimentel de Souza, professor da UFMG, especialista em Neurofisiologia e membro do Instituto de Pesquisa do Cérebro, UNESCO, inclui entre os efeitos da exposição aos altos decibéis a "sonolência, fadiga, diminuição da produtividade e problemas de relacionamento social e familiar. Ele acrescenta:"Se o ruído é excessivo, o corpo ativa o sistema nervoso, que o prepara contra o ataque de um inimigo invisível, sem pegadas, que invade todo o meio ambiente pelas menores frestas por onde passa o ar ou por toda ligação rígida à fonte ruidosa. O cérebro acelera-se e os músculos consomem-se sem motivo. Sintomas secundários aparecem: aumento de pressão arterial, paralisação do estômago e intestino, má irrigação da pele e até mesmo impotência sexual" ¹Também é bom lembrar que um ritmo repetitivo de fala, entre 42 a 72 golpes por minuto (semelhante ao coração humano) é comprovadamente hipnótico e pode gerar uma alteração do estado de consciência, tornando-a até 25 vezes mais sugestionável. Com base nisso, podemos entender melhor alguns fenômenos "espirituais" que acontecem durante a pregação de alguns avivalistas.Contudo, o pior problema da pregação contemporânea não é o som alto, e sim a má qualidade dos sermões pregados. Saúde, prosperidade e muita "unção" são os temas recorrentes dos mensageiros da atualidade e a pregação cristocêntrica vai ficando cada vez mais esquecida. É triste ver alguns pregadores que eram considerados homens de Deus, defensores da ortodoxia cristã, tão entregues à doutrina da prosperidade.Somente para corroborar o que estou dizendo: Faz exatamente uma semana que estou acompanhando as pregações de um tele pastor na Band, na esperança de ouvir um sermão evangelístico que seja, mas ao que tudo indica ele preferiu dedicar o horário para vender a "Bíblia da Batalha Espiritual e Vitória Financeira", que ensina o crente a fazer negociatas com o Todo Poderoso. Uma pena, pois enquanto esses pregadores fazem seus espetáculos na tentativa de promover a própria imagem, o evangelho é deixado de lado e consequentemente milhares de pessoas que poderiam ser transformadas pela Palavra de Deus vão dormir sem conhecer o salvador Jesus. É uma pena...Ah, e antes que eu esqueça. Acerca da teologia da prosperidade é bom lembrar-nos que quem oferece o mundo em troca de adoração é o diabo, e não Deus (Mt 4.9-10).
Até breve, enquanto o breve for nosso futuro.
sábado, agosto 21, 2010
Agradecimentos

domingo, agosto 15, 2010
Novo ano na vida para se pensar

quarta-feira, agosto 04, 2010
As referencias perdidas.



