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Hoje estava pensando sobre liberdade.
Muito já se falaram e falam sobre ela.
Não vou responder suas maiores aflições quanto este tema, porém, não vou ficar fora do privilegio de pensar nele.
O Jackson se foi e é,hoje, um bom exemplo quando se fala em liberdade, mas não quero trabalhar o tema proposto com as perguntas que ouço desde que consigo usar a audição de forma inteligível. Perguntas como: com tanto dinheiro ele não tinha liberdade?
Quero falar da liberdade cerceada por nossos "remédios" de uso continuo:
- a ignorancia: ela não nos permite ver além do nosso mundo resignado a nosso medo de ser sensível já que somos ensinados a sermos fortes e brutos, e, no caso dos homens, aprendemos que somos proibidos chorar.
- a avareza: que não nos permite usufruir de nossas conquistas financeiras e nos faz cegos, ainda que podendo ver.
- e a pior de todas ao meu ver, a esperança. Uma morfina que amortece nossos ossos, mente e coração, nos impedindo, nos cerceando o direito de voltar e reconhecer que até o momento eu estava errado e preciso rever meus conceitos, mas, em nome da "esperança" sigo em frente, já que ela é a ultima que morre.
Calma leitores, eu não perdi a esperança, porém estou revendo o que eu espero. Desejo que, se tenho que esperar, então que seja algo que faça parte de um legado rico em ser natural sem a necessidade de psicotrópcos para justificar minha vida e meus atos.
Viva a cidadania pura e plena dentro da verdadeira liberdade de ser e com o meu ser aprender.
Saluto e até breve, enquanto o breve for nosso futuro.